A cada dia uma novidade. É a desafiante tela em branco posta em minha frente suplicando para ser preenchida. A dificuldade não está em ocupá-la, uma vez que meus dedos deslizam facilmente pelo teclado inundando-a de letras em alguns minutos.
O mais desafiador é selecionar dentre o incomensurável rol de temas, algo interessante. É fazer o exercício de preencher com idéias a lacuna do inexistente e proporcionar ao leitor a mesma satisfação que sentimos ao escrever. É preciso envolvimento, feeling. Escrever um texto e desenvolver um raciocínio representa para quem escreve tal qual o interpretar para o ator. Criamos o enredo e os personagens e então os incorporamos como se aquilo nos pertencesse intrinsecamente.
Há uma sobrecarga de informações que nos bombardeiam diariamente. Há quem lembre que outrora as notícias eram mais enxutas, com temas menos abrangentes, tais como política, economia, esporte e entretenimento. Hoje, tudo é notícia. Não obstante aos temas remanescentes, se acrescentaram subtemas.
Em razão disso, a cada informação fresca lida, cada novidade recebida, cada novo apontamento observado, borbulham idéias a serem escritas. É a informação gerando informação.
E para aquele que tem paixão pela leitura, pela escrita e pelas letras, um risco é Francisco. Um pingo é “i”. Uma imagem, um cheiro, uma música, um pensamento, uma única palavra, tudo pode ser fonte idealizadora. Tudo serve de inspiração. Seja para quem escreve pro trabalho (ou trabalha escrevendo), seja quem escreve por hobby, seja quem escreve para os outros ou para si, num diário lacrado. Não importa!
E faço uso aqui de parte de um texto de Graciliano Ramos que trata da arte de escrever para, permitam-me, discordar. Ele diz: “A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer”. Eu mudaria um pouco e ousaria um trocadilho: “Toda palavra pode ser ouro e deve, além de dizer, brilhar e enfeitar”.
Até mais ver, e vê se me lê.
O mais desafiador é selecionar dentre o incomensurável rol de temas, algo interessante. É fazer o exercício de preencher com idéias a lacuna do inexistente e proporcionar ao leitor a mesma satisfação que sentimos ao escrever. É preciso envolvimento, feeling. Escrever um texto e desenvolver um raciocínio representa para quem escreve tal qual o interpretar para o ator. Criamos o enredo e os personagens e então os incorporamos como se aquilo nos pertencesse intrinsecamente.
Há uma sobrecarga de informações que nos bombardeiam diariamente. Há quem lembre que outrora as notícias eram mais enxutas, com temas menos abrangentes, tais como política, economia, esporte e entretenimento. Hoje, tudo é notícia. Não obstante aos temas remanescentes, se acrescentaram subtemas.
Em razão disso, a cada informação fresca lida, cada novidade recebida, cada novo apontamento observado, borbulham idéias a serem escritas. É a informação gerando informação.
E para aquele que tem paixão pela leitura, pela escrita e pelas letras, um risco é Francisco. Um pingo é “i”. Uma imagem, um cheiro, uma música, um pensamento, uma única palavra, tudo pode ser fonte idealizadora. Tudo serve de inspiração. Seja para quem escreve pro trabalho (ou trabalha escrevendo), seja quem escreve por hobby, seja quem escreve para os outros ou para si, num diário lacrado. Não importa!
E faço uso aqui de parte de um texto de Graciliano Ramos que trata da arte de escrever para, permitam-me, discordar. Ele diz: “A palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer”. Eu mudaria um pouco e ousaria um trocadilho: “Toda palavra pode ser ouro e deve, além de dizer, brilhar e enfeitar”.
Até mais ver, e vê se me lê.
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