Quem melhor do que eu, pra falar a meu respeito? Mas, responder a essa questão me soa tão comum quanto “quais as especificações desse aparelho?”
Não sei dizer exatamente, só sei dizer que sou assim:
Preocupo-me mais com os outros do que comigo. Vivo os problemas daqueles que amo. Reverencio as qualidades das pessoas. Acredito e confio em todos até que eles me provem o contrário. Se alguém pede minha companhia para andar uma milha, ando duas.
Sensibilidade é a minha praia. Praia é meu asilo, esconderijo, uma paixão. Intensidade é uma das minhas duas palavras. Superação é a outra. Pra mim, o melhor desafio é competir comigo mesma, com todos os meus “eus”... e me ultrapassar sempre, sei que assim posso vencer qualquer coisa. Às vezes sinto medo de mim. Medo de ser fraca demais e não conseguir. Ou medo de se forte demais e me estraçalhar. Ajudar é o meu verbo, “ser útil” minha expressão.
A hipocrisia me escandaliza sempre. Não sei ser morna, mais ou menos, branda. Admiro a criatividade, a inteligência, o senso de humor. Mordo os dedos, até machucar, quando estou estressada. Coço a cabeça de nervoso. De manhã, sou 110V, à noite 220V.
Bebo água para enganar a fome. Comeria melancia todos os dias, o dia inteiro. Halls, só se for o preto. Dou o braço a torcer, quando está a ponto de quebrar. Não durmo quando a responsabilidade fala mais alto. Amo incondicionalmente os laços familiares e luto para preservá-los. Desejo ser aceita e não tenho problemas em declarar isso. Me exaspero num minuto, pra me acalmar no minuto seguinte. Amo demais, pra nunca mais esquecer. Esqueço demais, pra nunca mais me lembrar. Imagino que se temos dois ouvidos é porque precisamos de dois celulares.
O frio me aquece; calor, só na praia! Não lavar os cabelos todos os dias é como não tomar banho. Adoro dormir com tempo de chuva
Odeio errar caminhos, me perder, em todos os sentidos. Recordo o cheiro das pessoas. Sou capaz de ver um som, sentir o cheiro das cores, ouvir o aroma das flores, tatear os sabores... chamam isso de sinestesia. Canto gritando para aliviar a dor do coração. Corro cantando para aliviar a tensão. Se não estiverem de salto alto, não são meus pés. Em meu armário sobram perfumes, sapatos e lingeries. Uso rímel, blush e gloss. Queria sobrancelhas mais grossas e pernas mais finas.
Ouço pagode, blues, rock, black, sertanejo, jazz, MPB, eletrônica e gosto de todas. Sou capaz de tudo para ouvir o silêncio. Adoro escrever poesias, textos, declarações. Escrevo pra trabalhar, pra estudar, pra guardar. Encanto-me com crianças e bebês, como se fossem todos meus. Adoro cachorros, principalmente os abandonados. Tenho o hábito de chamar de “minhas crianças” a quem amo, mesmo que sejam mais velhos que eu.
Sonho demais, amo demais, escrevo demais, choro demais, rio demais, espero demais, acredito demais, guardo demais, sinto demais, sonho demais, me envolvo demais.
Durmo de menos, odeio de menos, iro de menos, planejo de menos, organizo de menos, insisto de menos, economizo de menos.
Amo a Deus, por não esquecer de onde Ele me tirou, sem me preocupar com o que pensam as outras pessoas. A quem critica a minha vida é porque não imagina que o livro da minha história foi escrito e desenhado pelas mãos do próprio Deus.
Enfim, acho que sou o produto da soma de cada sentimento que desperto naqueles que amo, e que me amam. E não consigo delimitar a tênue linha que separa o que pensam de mim e o que penso de mim... e qual desses realmente sou.
Sou essa, sou assim: sem manual de instrução, sem nota fiscal, sem prazo de validade, sem garantia, sem Serviço de Atendimento ao Cliente, sem controle remoto e com muitos defeitos de fábrica.
Não sei dizer exatamente, só sei dizer que sou assim:
Preocupo-me mais com os outros do que comigo. Vivo os problemas daqueles que amo. Reverencio as qualidades das pessoas. Acredito e confio em todos até que eles me provem o contrário. Se alguém pede minha companhia para andar uma milha, ando duas.
Sensibilidade é a minha praia. Praia é meu asilo, esconderijo, uma paixão. Intensidade é uma das minhas duas palavras. Superação é a outra. Pra mim, o melhor desafio é competir comigo mesma, com todos os meus “eus”... e me ultrapassar sempre, sei que assim posso vencer qualquer coisa. Às vezes sinto medo de mim. Medo de ser fraca demais e não conseguir. Ou medo de se forte demais e me estraçalhar. Ajudar é o meu verbo, “ser útil” minha expressão.
A hipocrisia me escandaliza sempre. Não sei ser morna, mais ou menos, branda. Admiro a criatividade, a inteligência, o senso de humor. Mordo os dedos, até machucar, quando estou estressada. Coço a cabeça de nervoso. De manhã, sou 110V, à noite 220V.
Bebo água para enganar a fome. Comeria melancia todos os dias, o dia inteiro. Halls, só se for o preto. Dou o braço a torcer, quando está a ponto de quebrar. Não durmo quando a responsabilidade fala mais alto. Amo incondicionalmente os laços familiares e luto para preservá-los. Desejo ser aceita e não tenho problemas em declarar isso. Me exaspero num minuto, pra me acalmar no minuto seguinte. Amo demais, pra nunca mais esquecer. Esqueço demais, pra nunca mais me lembrar. Imagino que se temos dois ouvidos é porque precisamos de dois celulares.
O frio me aquece; calor, só na praia! Não lavar os cabelos todos os dias é como não tomar banho. Adoro dormir com tempo de chuva
Odeio errar caminhos, me perder, em todos os sentidos. Recordo o cheiro das pessoas. Sou capaz de ver um som, sentir o cheiro das cores, ouvir o aroma das flores, tatear os sabores... chamam isso de sinestesia. Canto gritando para aliviar a dor do coração. Corro cantando para aliviar a tensão. Se não estiverem de salto alto, não são meus pés. Em meu armário sobram perfumes, sapatos e lingeries. Uso rímel, blush e gloss. Queria sobrancelhas mais grossas e pernas mais finas.
Ouço pagode, blues, rock, black, sertanejo, jazz, MPB, eletrônica e gosto de todas. Sou capaz de tudo para ouvir o silêncio. Adoro escrever poesias, textos, declarações. Escrevo pra trabalhar, pra estudar, pra guardar. Encanto-me com crianças e bebês, como se fossem todos meus. Adoro cachorros, principalmente os abandonados. Tenho o hábito de chamar de “minhas crianças” a quem amo, mesmo que sejam mais velhos que eu.
Sonho demais, amo demais, escrevo demais, choro demais, rio demais, espero demais, acredito demais, guardo demais, sinto demais, sonho demais, me envolvo demais.
Durmo de menos, odeio de menos, iro de menos, planejo de menos, organizo de menos, insisto de menos, economizo de menos.
Amo a Deus, por não esquecer de onde Ele me tirou, sem me preocupar com o que pensam as outras pessoas. A quem critica a minha vida é porque não imagina que o livro da minha história foi escrito e desenhado pelas mãos do próprio Deus.
Enfim, acho que sou o produto da soma de cada sentimento que desperto naqueles que amo, e que me amam. E não consigo delimitar a tênue linha que separa o que pensam de mim e o que penso de mim... e qual desses realmente sou.
Sou essa, sou assim: sem manual de instrução, sem nota fiscal, sem prazo de validade, sem garantia, sem Serviço de Atendimento ao Cliente, sem controle remoto e com muitos defeitos de fábrica.
Eu conheço essa menina....rsss
ResponderExcluirDeus te abençoe querida.
Você é 10.
Bj.