O milho está na panela. O fogo está aceso. A temperatura se eleva. Então, incrivelmente, como num passe de mágica, aquelas coisinhas insossas, tão rudes e sem graça começam a sofrer uma verdadeira metamorfose. Assim, aquilo que antes era rijo, resistente e implacável, começa a tomar uma forma macia, agradável, tenra, suave e fofinha. Isso, sem falar, é claro, no aroma extremamente agradável e sedutor que conquista e floreia o ambiente. É como se uma força estranha nos arremetesse, num solavanco, para o cômodo mais desejado da casa, a cozinha. E tudo isso por causa dessas coisinhas brancas e aveludadas.
Mas, como sabemos, nem tudo são flores. Nesse caso, o que fazer, então com os piruás? Aqueles tão indesejáveis, resistentes e amarelinhos milhos que insistem em sobreviver mesmo em meio a tão extremo calor. Não há nada a se fazer. Mesmo porque, pra quê nos importarmos com apenas alguns insignificantes percalços se temos, a nossa total disposição, uma panela inteirinha de deliciosas pipocas?
Podemos fazer uma alusão do simples ato de estourar pipocas à arte de viver, especialmente aos momentos de provação que atravessamos. Somos o milho na panela. As situações adversas a que somos expostos diariamente representam o fogo aceso, esse calor que nos queima. São aqueles instantes que nos doem na alma, que nos angustiam no peito e sufocam na garganta. É o tempo em que o sol desaparece e o céu escurece, tornando o nosso dia tão escuro quanto a noite. Ocasiões em que temos a nossa fé provada.
São aqueles eventos de impotência, em que nada podemos fazer, em que a virtude da paciência deve prevalecer. É hora de refletirmos, de colocarmos nossos joelhos no chão e buscarmos a provisão de Deus acima de tudo e todos. Ainda que o nosso clamor pareça não mudar o silêncio de Deus. Ainda que estejamos numa escuridão tão profunda que não haja diferença entre o nosso abrir e fechar dos olhos.
É justamente nessa situação oportuna que devemos escolher. É a hora de elegermos o que queremos frente ao mais variado tipo de fogo que está a nos consumir. Podemos optar nos transformarmos em pipocas... macias e aproveitáveis. Dessa forma, aprenderíamos com as circunstâncias e cresceríamos, tornando-nos pessoas melhores. Assim, alimentaríamos a nossa fé e estreitaríamos a nossa comunhão com nosso Deus. Ou, preferir nos transformarmos em piruás... pessoas amargas, duras, intolerantes e completamente inaproveitáveis, o que sobrou na panela. É muito simples e fácil. Depende apenas de uma escolha nossa. E essa escolha nos acompanhará por todos os dias do resto de nossas vidas.
Então, mesmo doendo... mesmo chorando... mesmo amargando... mesmo queimando às vezes, eu escolho ser pipoca. Porque quando o fogo se apagar, e o calor da panela diminuir, sei bem o que me espera, sei em que me tornarei. E compreendo que serei muito melhor do que um antipático piruá.
E minha vida será tão saborosa quanto uma panela cheia de pipocas cheirosas e quentinhas, vinda da cozinha celestial do meu Deus.
“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse...” (1Pedro 4:12)
Mas, como sabemos, nem tudo são flores. Nesse caso, o que fazer, então com os piruás? Aqueles tão indesejáveis, resistentes e amarelinhos milhos que insistem em sobreviver mesmo em meio a tão extremo calor. Não há nada a se fazer. Mesmo porque, pra quê nos importarmos com apenas alguns insignificantes percalços se temos, a nossa total disposição, uma panela inteirinha de deliciosas pipocas?
Podemos fazer uma alusão do simples ato de estourar pipocas à arte de viver, especialmente aos momentos de provação que atravessamos. Somos o milho na panela. As situações adversas a que somos expostos diariamente representam o fogo aceso, esse calor que nos queima. São aqueles instantes que nos doem na alma, que nos angustiam no peito e sufocam na garganta. É o tempo em que o sol desaparece e o céu escurece, tornando o nosso dia tão escuro quanto a noite. Ocasiões em que temos a nossa fé provada.
São aqueles eventos de impotência, em que nada podemos fazer, em que a virtude da paciência deve prevalecer. É hora de refletirmos, de colocarmos nossos joelhos no chão e buscarmos a provisão de Deus acima de tudo e todos. Ainda que o nosso clamor pareça não mudar o silêncio de Deus. Ainda que estejamos numa escuridão tão profunda que não haja diferença entre o nosso abrir e fechar dos olhos.
É justamente nessa situação oportuna que devemos escolher. É a hora de elegermos o que queremos frente ao mais variado tipo de fogo que está a nos consumir. Podemos optar nos transformarmos em pipocas... macias e aproveitáveis. Dessa forma, aprenderíamos com as circunstâncias e cresceríamos, tornando-nos pessoas melhores. Assim, alimentaríamos a nossa fé e estreitaríamos a nossa comunhão com nosso Deus. Ou, preferir nos transformarmos em piruás... pessoas amargas, duras, intolerantes e completamente inaproveitáveis, o que sobrou na panela. É muito simples e fácil. Depende apenas de uma escolha nossa. E essa escolha nos acompanhará por todos os dias do resto de nossas vidas.
Então, mesmo doendo... mesmo chorando... mesmo amargando... mesmo queimando às vezes, eu escolho ser pipoca. Porque quando o fogo se apagar, e o calor da panela diminuir, sei bem o que me espera, sei em que me tornarei. E compreendo que serei muito melhor do que um antipático piruá.
E minha vida será tão saborosa quanto uma panela cheia de pipocas cheirosas e quentinhas, vinda da cozinha celestial do meu Deus.
“Amados, não estranheis a ardente prova que vem sobre vós, para vos tentar, como se coisa estranha vos acontecesse...” (1Pedro 4:12)
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